Há pouco tempo, soube a partir de um programa de
televisão, que num hamburguer de compra, apenas comemos 60% de carne e
que os restantes 40% são farinhas, gorduras saturadas, intensificadores
de sabor, estimulantes do apetite e outros aditivos químicos.
Eu tenho noção que estas coisas não são muito saudáveis, mas não tinha noção destas percentagens.
Já não era muito frequente comprar este género de coisas cá para casa, mas muito de vez em quando lá acontecia.
Mas agora a decisão é definitiva. Não volto a comprar hamburgueres congelados cá para casa, seja de que marca for.
Raios! Então quando comemos um hamburguer só praticamente metade daquilo é carne e tudo o resto são porcarias nocivas à saúde?
Os hamburgueres que se comem cá em casa passaram a ser definitivamente caseiros porque passaram a ser a única opção.
Já não era muito frequente comprar este género de coisas cá para casa, mas muito de vez em quando lá acontecia.
Mas agora a decisão é definitiva. Não volto a comprar hamburgueres congelados cá para casa, seja de que marca for.
Raios! Então quando comemos um hamburguer só praticamente metade daquilo é carne e tudo o resto são porcarias nocivas à saúde?
Os hamburgueres que se comem cá em casa passaram a ser definitivamente caseiros porque passaram a ser a única opção.
Para porcaria, já basta a quantidade de hormonas que os animais ingerem e que nós depois comemos. Não preciso de mais, obrigada!
Escolho o naco de carne no talho, mando-o picar e condimento a carne à minha maneira.
Tempero a carne picada com:
- pimenta;
- alho picado;
- cebola ralada (intensifica mais o sabor do que picada);
- mistura de ervas (normalmente duas de entre salsa, coentros, cebolinho, tomilho... conforme o que tiver);
- 1 ou 2 ovos inteiros (conforme a quantidade da carne);
- por vezes adiciono legumes ralados (cenoura, courgette...);
Amasso a carne com os ingredientes todos, faço bolinhas de tamanho semelhante e achato-as para lhes dar aquela forma mais cilíndrica. A seguir, coloco os hamburguers dentro de uma caixa hermética, por camadas, tendo o cuidado de separar a camada inferior da superior, com película aderente. E congelador com eles.
Quando apetece comer hamburguers é só ir buscar e grelhar.
Se a intenção é fazer os hamburguers pouco depois dos moldarmos, convém irem ao frigorífico 1 horita antes, para não se desmancharem quando os estivermos a cozinhar. O frio dá-lhes mais consistência. Caso não tenhamos esse tempo disponível, o melhor será adicionar pão ralado para tornar o hamburguer mais compacto (eu evito fazê-lo).
Quando grelho carne, só a tempero com sal na altura de ser cozinhada. Se a carne for temperada com sal muito tempo antes, fica seca porque o sal retira-lhe o suco natural, desidrata-a e eu aprecio uma carninha bem suculenta.
As pizzas que compramos no supermercado são outro exemplo de uma refeição congelada com excesso de sódio e gordura, já para não falar nos restantes aditivos e conservantes.
O alto teor de gordura é libertado quando a pizza vai ao forno. E uma pessoa ingere essa gordura sem se aperceber. Por isso, não raras vezes, e antes mesmo de nos levantarmos da mesa, experimentamos a sensação de estarmos empanturrados, cheios, enfartados depois de comermos pizza. É este excesso de gordura que vai dificultar muito a nossa digestão.
Por isso prefiro a opção de fazer a pizza em casa porque a acho muito mais saborosa e saudável.
É que não tem nada a ver. As fatias são sequinhas, com massa a saber a pão e o sabor inconfundível a alimentos frescos.
Por norma, e como tenho a máquina do pão, costumo fazer a massa aí e não dá trabalho nenhum.
Faço logo a quantidade suficiente para várias bases (3 ou 4 de tamanho familiar).
Faço logo a quantidade suficiente para várias bases (3 ou 4 de tamanho familiar).
Para a preparação da massa utilizo, e seguindo esta ordem:
- 2 chávenas grandes de água morna;
- 1 saqueta de fermento de padeiro;
- 1 colher de chá de açúcar (ajuda o processo de fermentação da massa, quando combinado com o fermento);
- 4 chávenas de farinha sem fermento (dobro da quantidade em água);
- 1 pitada de sal.
Quando o programa termina, enfarinho as mãos, divido a massa em 4 bolas de tamanho semelhante e congelo-as em sacos individuais.
Apetece
pizza? Descongelo uma das bolas (algumas vezes acelero o processo no
programa de descongelação do microondas). Enfarinho a bancada da
cozinha, estico a massa com o rolo até ter a espessura desejada e
tamanho para ocupar a forma.
Entretanto, ligo o forno a 220ºC.
Pico a massa com um garfo e adiciono os ingredientes ao meu gosto (alguns salteio previamente como é o caso dos cogumelos frescos, bacon e alguns legumes). Antes de meter a pizza no forno, tempero apenas com oregãos e um fiozinho de azeite.
E no sábado à noite foi esta pizza familiar que se comeu cá por casa.

E estava boa, tão boa :)
Por isso, quando se associa pizzas e hamburgueres a comida fast-food e muito pouco saudável, é importante saber de que pizzas e hamburgueres estamos a falar. Não podemos meter tudo no mesmo saco.
Por isso, quando se associa pizzas e hamburgueres a comida fast-food e muito pouco saudável, é importante saber de que pizzas e hamburgueres estamos a falar. Não podemos meter tudo no mesmo saco.
FONTE: http://ideiasdebaixodotelhado.blogspot.pt/2011/01/hamburguers-e-pizzas-pouco-saudaveis.html
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