Monday, October 8, 2012

De olho na quantidade de sódio dos alimentos


SÓDIO

A hipertensão é responsável por 54% das mortes por derrame e 47% das mortes por infarto. Depois da genética, descobriu-se que o excesso de consumo de sal é o fator de maior influência para a pressão alta.


Mas outros fatores também têm influência, como a obesidade, estresse e sedentarismo.
Pensando nisso, as Sociedades Brasileiras de Cardiologia, Nefrologia e Hipertensão diminuíram a indicação de consumo máximo de 6 gramas de sal por dia para no máximo 5g, ou 2000mg de sódio. Essa já era a quantidade estabelecida pela Organização Mundial da Saúde.

Nem todo componente do sal é sódio, em cada 1g de sal há 400 miligramas de sódio, os outros 60% são de cloro.


Na tabela abaixo você vai saber quais alimentos, sozinhos, já tem mais de 50% da quantidade máxima de sal recomendada por dia, ou mesmo ultrapassam a recomendação.



Além da pressão alta, o excesso de consumo de sódio pode prejudicar seu emagrecimento, devido a maior retenção de líquidos. Portanto, modere no consumo de alimentos industrializados e utilize pouca quantidade de sal para preparar suas refeições.

Por: Camila Rebouças de Castro 


Cinco alimentos mais saudáveis do mundo



Colocar na mesa alimentos livres de agrotóxicos e cheios de nutrientes é regra básica para quem não quer descuidar da saúde. E, com a ajuda de pesquisas especializadas, a lista de alimentos que ajudam nesse processo se atualiza a cada dia.

Uma das mais recentes foi divulgada pelo Huffington Post.

Após conversar com uma gama de médicos e nutricionistas o site americano divulgou uma listinha com os cinco alimentos considerados mais saudáveis do mundo. São eles: pimenta preta, manjericão, pimenta chili, arroz preto e damasco.

O nutricionista especialista em nutrição esportiva da Clínica Healthe Me, Gabriel Cairo Nunes, enumerou os benefícios de cada alimento e deu dicas de como incluí-los na nossa dieta.


Pimenta preta: além de fibras, possui ação antioxidante e ajuda quem sofre de excesso de gases. Por potencializar a liberação de ácido clorídrico, acelera a digestão. "A pimenta não possui contraindicação, mas não é recomendado ultrapassar a quantidade diária de duas colheres de sopa. Para consumi-la, adicione algumas pitadinhas na comida", explica o nutricionista.


Manjericão: este tempero é rico em ferro, cálcio, vitamina C e potássio. Possui também flavonóides (orientina e vicenina) capazes de proteger as estruturas celulares e os cromossomas contra a radiação e danos relacionados com radicais livres. E por conter óleos voláteis (estragol, linalol, cineol, eugenol, sabineno, mirceno e limoneno), o manjericão também restringe a formação de bactérias indesejáveis.

"Ele é também uma boa fonte de betacaroteno, um antioxidante que protege as células epiteliais contra danos causados pelos radicais livres. E traz na composição o magnésio, que atua na melhora do fluxo sanguíneo, diminuindo o risco de arritmias cardíacas e de espasmos do músculo cardíaco ou dos vasos sanguíneos", explica Dr. Gabriel. O tempero não possui contraindicação e pode ser consumido tanto "in natura" como cozido.

Pimenta chili: para quem não sabe, essa pimenta possui três vezes mais vitamina C do que a laranja. A capsaicina, um dos principais compostos da pimenta e que causa o sabor picante, reduz o apetite e aumenta o gasto calórico. Seis gramas queimam cerca de 45 calorias.

A pimenta também contém vitaminas A, B e C, magnésio, ferro e aminoácido. Sem contar que o ácido fólico e o betacaroteno presentes no alimento têm ação antioxidante. "O consumo favorece quem tem enxaqueca, pois provoca a liberação de endorfina, analgésico natural que provoca sensação de bem-estar. Quanto mais ardida a pimenta, mais endorfina é produzida", diz o nutricionista.

Mas cuidado com o excesso, pois pode causar irritação ao trato gastrointestinal. O ideal é não ultrapassar uma colher de sopa por dia.

Arroz preto: o grão é rico em proteínas, ferro, vitamina E, C e Complexo B, além de possuir antocianina, pigmento antioxidante que causa a coloração escura. Pelo fato de apresentar mais fibras que o integral convencional, melhora o funcionamento intestinal, diminui a absorção de gordura e colesterol e causa maior saciedade que o arroz parboilizado. Em farelos, esse grão pode ser adicionado a vitaminas ou leite.

"Como todos os alimentos ricos em fibras, o excesso pode atrapalhar a absorção de vitaminas e minerais. Portanto, não ultrapasse a quantidade de três colheres de sopa por dia", orienta o especialista.

Damasco: a fruta possui betacaroteno, que melhora a imunidade e evita danos à visão. É também rica em cálcio, potássio, magnésio, ferro e vitaminas B1, B5 e C. Com poderes laxantes e diuréticos, é indicado para pessoas com prisão de ventre e retenção de líquidos.

"O damasco não possui contraindicações, mas não abuse da fruta desidratada, pois possui bastante calorias", alerta o nutricionista. "Ao mesmo tempo, o desidratado é mais concentrado. Assim, indico apenas 100g para o lanche da tarde", completa.

Fonte - http://cyberdiet.terra.com.br

Dicas de como treinar para perder peso mais rápido



Desde que o inverno foi embora não se fala de outra coisa a não ser deixar o corpo enxuto para o verão. Ainda dá tempo sim, fique tranquila, mas existem algumas estratégias que você pode tomar para garantir que os exercícios façam o efeito desejado.

Pratique exercícios aeróbicos cinco vezes por semana
Quanto maior a frequência maior será o gasto calórico. Sem contar que, dessa forma, é possível perceber os resultados mais rápido. "Além de perder peso, uma corrida de 30 minutos por dia, por exemplo, ajuda a melhorar a disposição, acelera o metabolismo, garante boas noites de sono, melhora a qualidade de vida, a autoestima, o humor e combate uma série de doenças".

Intercale a intensidade do treino

Marcelo explica que uma corrida em ritmo constante tem um gasto calórico menor do que aquela que intercala momentos de alta e baixa intensidade. "Para quem vai começar agora o bom é fazer poucos minutos de alta intensidade e muitos de baixa e, com o passar dos dias, alterar esta relação, aumentando o esforço, de forma que a maior parte do treino seja em alta intensidade."

Escolha as atividades que realmente lhe ajudem a queimar calorias

Aulas de pilates e yoga são ótimas, mas para quem quer perder peso rápido é melhor intercalar atividades como spinning e esteira, mantendo uma frequência na qual você fique ofegante. "Alternando os esforços entre duas atividades aeróbicas a pessoa tem um resultado melhor do que se intercalar a corrida com a musculação ou a ginástica localizada, por exemplo", garante Marcelo.

Aumente o peso ou a carga, sem reduzir a velocidade ou a repetição dos exercícios

Assim é possível aumentar a massa muscular, fazendo com que seu corpo aumente o gasto calórico para manter as funções metabólicas, inclusive em repouso. "Isso pode ser feito, por exemplo, intensificando o ritmo das caminhadas, incluindo inclinação na esteira e aumentando a carga na bicicleta de spinning."

Evite viciar o seu corpo fazendo sempre o mesmo treino

Marcelo diz que depois que o corpo está adaptado à série de exercícios ele para de apresentar resultados. É por esse motivo que seu personal trainer precisa variar suas séries, levando em consideração os resultados e a sua frequência de atividades.
  
fonte http://cyberdiet.terra.com.br

Você sabe quais os melhores alimentos para ingerir antes e depois de fazer exercício físico ?



Como obter resultados mais rápidos e, por consequência, queimar calorias e diminuir medidas em menos tempo.
Comer os alimentos certos antes e depois de suar a camisa é tiro e queda para ficar de bem novamente com o espelho!
O segredo para conquistar um corpo delineado está exatamente em comer corretamente e praticar exercícios de forma moderada, porém regular. E, não é só isso, alguns alimentos ainda podem contribuir para a construção da massa magra e recuperação muscular. Lembre-se, assim como qualquer máquina, o corpo precisa de manutenções constantes.  
Para os que relutam em comer antes do treino por achar que a queima calórica será maior, estudos comprovam que o corpo queima a mesma quantidade de gordura, você comendo ou não. Vale ressaltar que se o seu objetivo é adquirir massa muscular, treinar de estômago vazio não é o indicado para quem quer resultados eficientes. Para quem desconhece os motivos, a gente explica: quando estamos com fome o organismo passa a usar a proteína do músculo. Então, quando isso ocorre, você perde massa muscular, o que não é a melhor escolha se você quiser transformar a gordura em massa magra, sem contar que você está deixando de abastecer seu corpo de forma que ele suporte os treinos sem se sentir fraco ou fadigado.

Como já sabemos, saco vázio não para em pé, sem contar que a escolha de malhar com o estômago vazio é pura balela. Mas, o que comer antes do treino

As melhores refeições pré-treino são aquelas que possuem algum tipo de carboidrato complexo (cereais integrais) e proteína (carnes, leite e derivados). Então, se você vai malhar, uma boa opção para manter o corpo a todo o vapor durante o treino são: arroz integral; fejão preto; batata-doce; brócolis; banana; maçã; grão de bico; aveia; entre outros. Aqui é bom ter cuidado com a quantidade!

Agora, não é porque você chegou em casa exausto do treino que pular a última refeição será permitido. Para os esquecidinhos, vale lembrar que durante a prática de exercícios o seu corpo utiliza a energia armazenada na musculatura, conhecida como glicogênio, responsável por manter o seu pique durante as aulas de musculação ou ginástica. Além disso, segundo estudo publicado no Journal of the International Society of Sports Medicine, a ingetão da dobradinha proteínas e carboidratos - entre 30 minutos e uma hora - é um verdadeiro elixir para os seus músculos cansados, pois recarrega as reservas de energia, repara os músculos trabalhados e, de quebra, ajuda acelerar o metabolismo e queimar ainda mais calorias.

Mas, calma, o segredo para manter o corpo em forma é a moderação. Por isso, cuidado com a quantidade de alimento que você vai colocar no prato. De acordo com a publicação, a refeição pós-treino ideal deve ser feita logo após os exercícios e devem conter proteínas e apenas um pouco de carboidrato. Não tem ideia do que comer? Uma boa dica para quem quer perder gordura e conquistar massa magra é apostar nas vitaminas, uma vez que são ótimas opções para serem transportadas, assim você pode fazer uma boquinha no caminho de casa e não perde o ‘timing’ no processo.
Use a imaginação e bata no liquidificador aquela fruta que você tanto gosta com leite ou iogurte - proteína - e acrescente uma colher de sopa de algum carboidrato, como a aveia ou quinua, por exemplo.

Por Paula Perdiz
fonte http://cyberdiet.terra.com.br

Alimentos Funcionais - Solução para as Doenças?


Hábitos alimentares adequados como o consumo de alimentos pobres em gorduras saturadas e ricos em fibras presentes em frutas, legumes, verduras e cereais integrais, juntamente com um estilo de vida saudável (exercícios físicos regulares, ausência de fumo e moderação no álcool) passam a ser peça chave na diminuição do risco de doenças e na promoção de qualidade de vida, desde a infância até o envelhecimento.

O papel da alimentação equilibrada na manutenção da saúde tem despertado interesse pela comunidade científica que tem produzido inúmeros estudos com o intuito de comprovar a atuação de certos alimentos na prevenção de doenças. Na década de 80, foram estudados no Japão, alimentos que além de satisfazerem às necessidades nutricionais básicas desempenhavam efeitos fisiológicos benéficos. Após um longo período de trabalho, em 1991, a categoria de alimentos foi regulamentada recebendo a denominação de "Foods for Specified Health Use" (FOSHU). A tradução da expressão para o português é Alimentos Funcionais ou Nutracêuticos.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), alimentos funcionais são aqueles que produzem efeitos metabólicos ou fisiológicos através da atuação de um nutriente ou não nutriente no crescimento, desenvolvimento, manutenção e em outras funções normais do organismo humano.

De acordo com a ANVISA, o alimento ou ingrediente que alegar propriedades funcionais, além de atuar em funções nutricionais básicas, irá desencadear efeitos benéficos à saúde e deverá ser também seguro para o consumo sem supervisão médica.

O surgimento recente desses novos produtos que trazem um "algo mais", além dos nutrientes já conhecidos, teve influência de fatores como: os altos custos com o tratamento de doenças, o avanço nos conhecimentos mostrando a relação entre a alimentação e o binômio saúde/doença e os interesses econômicos da indústria de alimentos.

É importante salientar que antes do produto ser liberado para o consumo deve obter registro no Ministério da Saúde e, para isso, precisa demonstrar sua eficácia e sua segurança de uso. O fabricante deve apresentar provas científicas comprovando se a alegação das propriedades funcionais referidas no rótulo são verdadeiras e se o consumo do produto em questão não implica em risco e sim, em benefício à saúde da população. Lembrando ainda que as alegações podem fazer referências à manutenção geral da saúde, à redução de risco mas não à cura de doenças.

As propriedades relacionadas à saúde dos alimentos funcionais podem ser provenientes de constituintes normais desses alimentos como no caso das fibras e dos antioxidantes (vitamina E, C, betacaroteno) presentes em frutas, verduras, legumes e cereais integrais ou através da adição de ingredientes que modifiquem suas propriedades originais exemplificada por vários produtos industrializados, tais como: leite fermentado, biscoitos vitaminados, cereais matinais ricos em fibras, leites enriquecidos com minerais ou ácido graxo ômega 3.

Um ponto que vale a pena ser comentado, é o fato de alguns alimentos industrializados possuírem concentrações muito baixas dos componentes funcionais, sendo necessário o consumo de uma grande quantidade para a obtenção do efeito positivo mencionado no rótulo. No caso do leite enriquecido com ômega 3, por exemplo, seria mais fácil e vantajoso, o consumidor continuar ingerindo o leite convencional e optar pela fonte natural de ômega 3 que é o peixe. Primeiro, porque normalmente os produtos industrializados com ação funcional são mais caros, segundo pois o peixe tem outros nutrientes importantes a oferecer como proteínas de boa qualidade, vitaminas e minerais. Portanto, o produto contendo a substância funcional não substitui por completo, o alimento de onde foi retirado tal composto, uma vez que apresenta apenas uma característica deste.

Ainda em relação aos produtos industrializados com caráter funcional, é importante esclarecer que o simples consumo desse tipo de alimento, com a finalidade de obter um menor risco para o desenvolvimento de doenças, não atingirá o objetivo proposto se não for associado a um estilo de vida saudável levando em consideração principalmente, a alimentação e a atividade física.
 
Na tabela abaixo, estão descritos alguns exemplos de compostos presentes nos alimentos funcionais e seus respectivos benefícios à saúde.



Por fim, uma alimentação equilibrada e variada incluindo, diariamente, alimentos de todos os grupos na proporção correta já fornece alimentos com propriedades funcionais naturais, sendo desnecessária a aquisição de produtos funcionais industrializados normalmente com custo mais elevado para obter os nutrientes essenciais e os benefícios à saúde.

Por: Roberta Stella
Nutricionista formada pela Universidade de São Paulo (USP)
fonte http://cyberdiet.terra.com.br

Alimentos que fazem bem à saúde


Alguns alimentos possuem propriedades benéficas ao organismo, sendo caracterizados como alimentos funcionais, como é o caso da maçã e das frutas oleaginosas. Muitos são os que perguntam o que comer nos lanches intermediários, entre as refeições principais, que seja prático e saudável.

Essas seriam boas opções, veja.A maçã é muito conhecida e consumida em nosso país. Ela possui vitamina A, C e E que são antioxidantes e por isso combatem os radicais livres presentes no organismo. Além de conterem fibras em sua composição que promove aquela sensação de saciedade e também contribui para o bom funcionamento intestinal.

As frutas oleaginosas, como as nozes, amêndoas e castanhas possuem ácidos graxos monoinsaturados e poliinsaturados que são capazes de reduzir os níveis de LDL-colesterol sanguíneo (o colesterol ruim) e aumentar os níveis de HDL-colesterol sangüíneo (o colesterol bom), devido a esses efeitos ela pode reduzir os riscos de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. As oleaginosas são ricas em: proteínas, fibras, selênio, cálcio, ferro, potássio, zinco, vitamina E, ácido fólico e magnésio.

A maçã e as frutas oleaginosas não devem faltar no seu cardápio. E por quê não incluí-las entre as refeições? Veja abaixo algumas opções de lanches com esses alimentos funcionais:

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- 3 unidades de castanha do pará - 81,5kcal- 1 copo de vitamina de frutas com maçã, laranja e banana - 116kcal

- 1 maçã - 90kcal

- Bebida à base de soja de maçã light - 33kcal


 Por: Roberta dos Santos Silva
Nutricionista-chefe do programa Cyber Diet, formada pela Universidade Católica de Santos
fonte http://cyberdiet.terra.com.br