Tuesday, September 23, 2014

Lanche pré e pós treino


Você sempre fica na dúvida do que comer de lanche pré e pós treino? Realmente é muito importante, pois com uma alimentação adequada antes e depois dos exercícios na academia, o corpo consegue responder melhor aos estímulos dos exercícios feitos com frequência. Além disso, comendo bem, o atleta consegue fortalecer os músculos e estimular o metabolismo a mandar embora as calorias extras.

Você sabia que, por exemplo, o corpo em jejum pode perder a massa magra e até sofrer hipoglicemia - queda de açúcar no sangue? Quem não come até três horas antes e depois dos exercícios pode não ter o rendimento esperado e ainda sofrer desmaios durante o treino.
Veja 3 sugestões de lanches para comer antes e depois do treino:

Antes do treino:
De manhã
- 1 Pão integral
- 2 fatias de peito de peru
- 1 a 2 fatias de queijo branco
- Café com leite desnatado a gosto
De tarde
- Copo de salada de frutas (laranja, melão, maçã, banana ou mamão)
- 2 colheres de sopa de granola e mel
- 1 fatia de queijo de búfala
De noite
- 1 banana prata amassada
- 4 colheres de sopa aveia
- 1 colher de sobremesa de mel
- 1 fatia de queijo magro
Depois do treino:
De manhã
- 200ml de iogurte desnatado
- 1/2 mamão papaya
De tarde
- Omelete de 2 claras
- 1 gema com queijo branco
- 1 colher de sopa de farelo de aveia
- 1 banana
De noite
- 1 peito de frango grelhado
- 3 colheres de arroz integral
- Salada a gosto

Por Caroline Sarmento

Thursday, March 6, 2014

Alimentos ricos em proteínas

Alimentos ricos em proteínas

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Os alimentos mais ricos em proteína são, basicamente, aqueles de origem animal, embora algumas combinações de vegetais também se transformem em grandes fontes de proteína.

Lista de alimentos ricos em proteína

  • Carnes 
  • Peixes
  • Ovos 
  • Leite 
  • Queijo 
  • Iogurtes 

Alimentos ricos em proteína vegetal

Os alimentos de origem vegetal também podem ser ricos em proteína, mas, em geral, necessitam estar combinados para que a união dos aminoácidos forme proteínas de boa qualidade, como nos exemplos listados em baixo.
  • Arroz e o feijão (qualquer tipo)
  • Ervilhas e milhete
  • Lentilhas e trigo sarraceno
  • Quinoa e milho
  • Arroz integral e ervilhas vermelhas

Tabela de alimentos ricos em proteínas

AlimentosQuantidade de proteína por 100 g
Carne de frango32,8 g
Carne de vaca 26,4 g
Queijo26 g
Salmão23,8 g
Pescada19,2 g
Ovo13 g
Lentilhas9,1 g
Feijão6,6 g
Ervilhas6,2 g
Iogurte4,1 g
Leite 3,3 g

Dieta da proteína ou hiperproteica

Uma dieta hiperproteica contém 1.5 gramas de proteína por quilo de peso corporal por dia, e pode ser uma boa estratégia para aumentar a massa muscular (hipertrofia) e definir o corpo. Acompanhada de um bom programa de treino para hipertrofia muscular, uma dieta rica em proteínas ajuda a aumentar massa muscular, emagrecer e definir o corpo.
A proteína presente nos alimentos de origem animal são consideradas de alto valor biológico, o que significa que é absorvida e utilizada pelo organismo de uma forma fácil e eficiente para a construção de tecido muscular. Isso é fundamental no caso de um praticante de musculação, para o crescimento e desenvolvimento, no caso de crianças e adolescentes, ou em qualquer processo de cicatrização.
Combinar corretamente os grãos e cereais é ainda mais importante para os vegetarianos, tornando a refeição mais rica em proteínas, mesmo sem a presença da carne ou outro alimento de origem animal.

Alimentos ricos em proteína magra

Os alimentos ricos em proteína magra são considerados como alimentos que são ricos em proteína e que têm baixa quantidade de gordura.
Assim os alimentos ricos em proteína magra são:
  • Alimentos ricos em proteína de origem vegetal como feijão, grão, favas, lentilhas ou ervilhas.
  • Alimentos ricos em proteína de origem animal com pouca gordura como carne de frango e peru sem pele, clara de ovo e peixes magros como a pescada.
Cada grama de proteína tem 4 calorias enquanto a gordura tem 9 calorias por isso é importante escolher a proteína magra para uma dieta alimentar equilibrada.

Links úteis:

Proteína animal em excesso poderá ser tão prejudicial quanto fumar

Proteína animal em excesso poderá ser tão prejudicial quanto fumar

by Gabriel Mateus
Gerhardus Mulder


Gerhardus Mulder
Quando no séc. XIX o químico Gerhardus Mulder descreveu a proteína, este nutriente passou a ser considerado o mais importante de todos na manutenção da vida. O próprio nome escolhido para batizar a nova substância reflete essa importância, derivado do termo grego "proteios", que significa "de importância primordial". Sendo praticamente sinónimo de carne, essa centralidade na proteína e nos produtos animais prevaleceu até aos dias de hoje. Não é incomum ainda existirem receios de um consumo insuficiente de proteína na sua forma animal.
steakNo entanto, todas as recomendações que existem atualmente na prevenção não só de cancro como também de doenças cardiovasculares e diabetes vão no sentido de uma dieta baseada em produtos de origem vegetal. E além disso, de acordo com dados recentes, a enfâse colocada sobre o consumo de proteína poderá ser exagerada e talvez até mesmo prejudicial para a saúde, ao arrepio de algumas tendências atuais de dietas centradas em proteína (animal ou vegetal), tais como a dieta Paleolítica ou a mais controversa dieta Atkins. Ambas as dietas, por motivos diferentes, enfatizam o consumo de proteína (na maior parte das vezes animal), em detrimento dos alimentos ricos em hidratos de carbono.
whole-wheat-flour-and-stalkSe é verdade que os hidratos de carbono simples, presentes em alimentos processados ou à base de farinhas refinadas, poderão ser prejudiciais ao aumentarem os níveis de insulina no sangue, os marcadores inflamatórios, além de serem desprovidos de nutrientes fundamentais e fibra, a proteína animal tem também os seus grandes incovenientes, tal como ser responsável pela subida dos níveis da hormona de crescimento IGF-1 e fonte de substâncias cancerígenas resultantes de a cozinhar em temperaturas elevadas (aminas heterocíclicas), entre outros.
Estudos recentes mostram como uma dieta baixa em hidratos de carbono e rica em produtos de origem animal está associada a um aumento na mortalidade em homens e mulheres. Por outro lado, uma dieta igualmente baixa em hidratos de carbono mas rica em produtos de origem vegetal apresenta resultados contrários, o que sugere que a diferença está na fonte de alimento ser de origem animal ou vegetal.
De facto, tem havido cada vez mais uma perceção consensual acerca do efeitos prejudiciais do consumo de proteína animal, em particular das carnes vermelhas e processadas. O assunto alíás não é novo, mas como sabemos, alterar hábitos e crenças é talvez das atividades mais dificeis de serem alcançadas por todos nós.
New York Times, 1907
New York Times, 1907
Mais recentemente, um novo estudo foi publicado, no qual foram seguidos mais de 6000 adultos durante quase duas décadas. Nesse estudo os investigadores descobriram que consumir uma dieta rica em proteínas animais durante a meia-idade equivale a um risco 4 vezes superior de morrer de cancro do que alguém que consuma uma dieta com pouca proteína. Este risco é na realidade comparável ao risco de fumar.
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O consumo excessivo de proteína durante a meia-idade não só está associado a um aumento de risco na mortalidade por cancro, como também aqueles que consomem muita proteína (incluindo carne, leite e queijo) estão também mais suscetíveis a uma morte precoce. Os participantes no estudo que consumiram mais proteína apresentaram um risco 74% superior de morte precoce do que aqueles que consumiram pouca proteína.
cancermortalityO estudo separou os participantes em duas categorias: um grupo composto por indivíduos com idades compreendidas entre os 50 e os 65 anos e outro grupo com pessoas com idades superiores a 65 anos. Os resultados foram diferentes entre os dois grupos, sendo que não se verificaram os mesmos efeitos prejudiciais no consumo elevado de proteína no segundo grupo.
Por outras palavras, o que pode ser benéfico numa idade, pode tornar-se prejudicial noutra. Os investigadores sugerem que em relação ao consumo de proteína os diferentes efeitos possam estar associados aos níveis de IGF-1 no organismo, diferentes a partir de certa idade. Como sabemos, níveis elevados de IGF-1 estão associados a um risco superior de cancro. No entanto, os níveis de IGF-1 descem abruptamente após os 65 anos, o que leva a maior fragilidade e perda de massa muscular. O estudo mostra que embora o consumo elevado de proteína durante a idade-média seja bastante prejudicial, parece ser benéfico para adultos mais velhos: aqueles com idades superiores a 65 anos que consumiram uma dieta rica em proteína mostraram-se menos suscetíveis à doença.
De acordo com Eileen Crimmins, um dos autores do estudo, "a pesquisa mostra que uma dieta com níveis baixos de proteína na meia-idade é útil para a prevenção do cancro e mortalidade em geral, através de um processo que envolve a regulação de IGF-1 e possivelmente os níveis de insulina. No entanto, nós também sugerimos que em idades mais avançadas poderá ser importante evitar uma dieta com pouca proteína para permitir a manutenção de um peso saudável e proteção da fragilidade".
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As taxas de cancro e de mortalidade não foram afetadas ao serem controlados os consumos de hidratos de carbono ou de gordura. No entanto, quando a percentagem de calorias de proteína animal foi controlada, a associação entre o consumo total de proteínas e a mortalidade por cancro ou por outras causas foi muito reduzida, o que sugere que as proteínas animais são responsáveis por essas relações. Quando o ajuste foi feito para as proteínas vegetais, não foi observada mudança, o que indica que a proteína animal e não a proteína vegetal é responsável pelo aumento na mortalidade.
10182353_@NakedFoodMagDe acordo com Valter Longo, outro dos autores do estudo, "a maioria dos norte-americanos estão a consumir cerca do dobro das proteínas que deveriam, e parece que o melhor seria reduzir o consumo diário de todas as proteínas mas especialmente as proteínas animais". Estes resultados suportam as recomendações de várias instituições de saúde para um consumo de cerca de 0,8 gramas de proteína por cada kilograma de peso diariamente na meia-idade. Por exemplo, uma pessoa que pese 65 kg deveria consumir cerca de 52 gr de proteína por dia, dando preferência a proteínas de origem vegetal tal como os feijões ou outras.
Os investigadores definiram uma dieta alta em proteínas quando pelo menos 20% das calorias totais diárias sejam de proteínas, quer se tratem de proteínas animais ou vegetais. Uma dieta moderada em proteínas inclui 10 a 19% de calorias a partir de proteína, enquanto que uma dieta baixa em proteínas inclui menos de 10%.
Entre os 6318 adultos acima dos 50 anos que fizeram parte do estudo, o consumo médio de proteína era de cerca de 16% das calorias totais diárias sendo que cerca de dois terços dessas proteínas são de origem animal. Aqueles que consumiram uma quantidade moderada de proteínas ainda apresentaram um risco 3 vezes superiores de morrer de cancro do que aqueles que fizeram uma dieta baixa em proteína. De um modo geral, mesmo uma alteração modesta de um consumo moderado para um baixo em proteína reduziu a probabilidade de morte precoce em 21%.
graphprotein igfQuando os níveis de IGF-1 foram medidos para uma parte da amostra de sujeitos, os resultados mostraram que para cada 10 ng/ml de aumento da hormona em circulação, aqueles que fizeram uma dieta alta em proteína tinham 9% mais probabilidades de morrer do que os que fizeram uma dieta baixa em proteína, o que está em linha com vários estudos que associam níveis elevados de IGF-1 a um risco superior de cancro.
Existem pelo menos dois elementos presentes numa dieta tipicamente Ocidental que contribuem para o aumento dos níveis de IGF-1 no organismo: alimentos com um índice glicémico elevado e proteína animal. Alimentos que provocam uma subida repentina nos níveis de açúcar no sangue obrigam a uma grande produção de insulina o que por sua vez estimula a produção de IGF-1. Ambas as hormonas promovem o crescimento das células e estão associadas a um risco superior de cancro. Além disso, o consumo de alimentos com um índice glicémico elevado aumenta os níveis inflamatórios do organismo, outra das condições favoráveis ao desenvolvimento do cancro.
Estas diferenças entre as proteínas animais e vegetais podem ser comparadas quando se avaliam os níveis de IGF-1 em diferentes tipos de dieta. Um estudo que compara as diferenças entre dietas vegetarianas, vegan e omnívoras mostra que aqueles que seguem uma dieta vegan, sem nenhum tipo de proteína animal, apresentam os níveis mais baixos de IGF-1 e os níveis mais elevados de IGFBP. No estudo podemos observar como a proteína de soja, embora seja uma proteína completa (as proteínas completas são as que mais aumentam os níveis de IGF-1), não contribui tanto para a subida dos valores de IGF-1 como a proteína animal. Isso pode dever-se ao facto de também elevar os níveis de IGFBP, o que inibe a disponibilidade de IGF-1 livre.Das proteína de origem animal, os laticínios parecem ser aqueles que mais aumentam os níveis de IGF-1 no sangue. O consumo de leite em crianças está associado a um aumento de 30% nos níveis de IGF-1. Crianças mongóis após um mês a consumir leite sem nunca terem antes consumido, apresentaram um aumento de 23,4% nos níveis de IGF-1. Outro estudo que avaliou 2109 mulheres detetou um aumento de IGF-1 com o consumo de leite e queijo.
Como muitos residentes de Molochio, uma região pequena em Itália com uma das maiores taxas de centenários de todo o mundo, Salvatore Caruso com 108 anos manteve uma dieta à base de vegetais baixa em proteínas a maior parte da sua vida.
Como muitos residentes de Molochio, uma região pequena em Itália com uma das maiores taxas de centenários de todo o mundo, Salvatore Caruso, com 108 anos, manteve uma dieta à base de vegetais baixa em proteínas a maior parte da sua vida.
Os investigadores fizeram também estudos em modelo animal no qual observaram resultados idênticos. Foram atribuídas a 858 ratos uma de 25 dietas com proporções diferentes de proteína, hidratos de carbono, gorduras e fibra. Os ratos que consumiram 5 a 15% de proteína e 40 a 60% de hidratos de carbono viveram mais - cerca de 150 semanas comparando com as 100 semanas de vida daqueles cuja dieta era composta de cerca de 50% de proteína. Os animais com uma dieta baixa em proteína apresentaram uma pressão sanguínea inferior, melhor tolerância à glicose e um colesterol mais saudável. Os animais que consumiram muita proteína eram mais magros (tal como acontece com os humanos com a mesma dieta), mas com uma saúde mais precária e com uma morte mais precoce.
Como conclusão, o estudo refere que tanto o modelo humano como o animal sugerem que uma dieta baixa em proteína na meia-idade é provavelmente benéfica na prevenção de cancro, mortalidade em geral e possivelmente diabetes, através de um processo que pode envolver, pelo menos em parte, a regulação dos níveis de IGF-1 e possivelmente de insulina. Em sintonia com muitos outros estudos, estes resultados sugerem que uma dieta composta maioritariamente por nutrientes de origem vegetal provavelmente traz benefícios para a saúde em todos os grupos etários.
Os investigadores recomendam que até aos 65 ou mesmo até aos 70 anos, o consumo de proteína diária não deva exceder as 0.7/0.8 gr/kg em vez das 1.0-1.3 gr/kg. Sugerem também que em idades mais avançadas se adote gradualmente uma dieta rica em proteína, de preferência de origem vegetal, permitindo assim a manutenção de um peso saudável e evitar a fragilidade excessiva.
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Sabemos que o ambiente orgânico, modificado pelo estilo de vida que levamos é o principal responsável pelo desenvolvimento de vários cancros. Todos nós mais tarde ou mais cedo teremos microtumores alojados algures à espera das condições certas para se poder desenvolver até ao ponto de ser clinicamente observável. Tudo o que fazemos durante esse tempo facilita ou dificulta esse processo. Nas palavras do investigador Valter Longo: "quase todos nós terá uma célula de cancro ou pré-cancerosa em algum momento. A questão é: irá progredir? Acontece que um dos fatores mais importantes em determinar se o fará é o consumo de proteína".

Pontos-chave a reter destes estudos:
  • Um consumo elevado de proteínas está associado a uma mortalidade mais elevada de cancro, diabetes e em geral.
  • Níveis elevados de IGF-1 aumentaram a relação entre mortalidade e proteína elevada.
  • Um consumo superior de proteína poderá ser protetor para adultos mais velhos (acima dos 65/70 anos).
  • Proteínas de origem vegetal estão associados a uma mortalidade inferior quando comparadas com proteínas de origem animal.

Referências:
Gabriel Mateus | March 6, 2014 at 2:08 pm | URL: http://wp.me/p37J36-1wB

Tuesday, February 18, 2014

Introdução à perda de peso

Existem várias soluções para perder peso. Todas têm algo em comum para resultarem. A ingestão de menos calorias do que as gastas pelo organismo.

Quer a energia fornecida pelos alimentos quer a energia gasta pelo corpo humano, pode ser medida em calorias. Todos os métodos para perder peso têm um ponto em comum, ingerir durante um determinado período de tempo menos calorias do que aquelas que o corpo gasta.

O efeito pretendido pode ser obtido de duas maneiras: reduzindo a ingestão de calorias na dieta (dieta hipocalórica) ou aumentando o gasto energético do organismo (por exemplo efectuando exercício). Veja também termodinâmica da perca de peso.

Para manter o peso, uma mulher de tamanho médio deverá ingerir entre 1900 e 2200 calorias por dia enquanto que um homem também de tamanho médio deverá ingerir entre 2300 a 2900 calorias por dia. Uma redução no aporte calórico diário terá, como contrapartida, uma diminuição do peso.

Com o objectivo de reduzir a ingestão diária de calorias, podem ser propostos vários planos de dietas. Estes devem ser adaptados ao sexo, tamanho, idade e nível de actividade dos indivíduos. Variam essencialmente no conteúdo em calorias e na distribuição dessas calorias por diferentes grupos de alimentos. Muitos são eficazes, outros nem tanto, mas não tenha ilusões, para fazer dieta é preciso determinação, auto-controlo e algum sacrifício.

Existem alguns suplementos alimentares e até medicamentos que o poderão ajudar, no entanto o mais importante vem de dentro de si e é a vontade de atingir o objectivo a que se propôs. 

Artigos relacionados:
 Dietas moderadamente hipocalóricas
 Dietas de baixas calorias
 Dietas de muito baixas calorias
 Dieta das proteínas
 Termodinâmica da perca de peso I
 Porque engordamos ?









FONTE: http://www.fitpassion.com/

Porque engordamos?

A razão pela qual temos tendência para engordar é afinal bem simples.
Já alguma vez tinha pensado nela?





Os nossos antepassados nem sempre tinham garantida a próxima refeição. Por isso, no decurso da evolução, foi desenvolvido um sistema em que as calorias em excesso eram guardadas sob a forma de gordura para acorrer a uma emergência futura.

Hoje em dia, felizmente, a maioria de nós não se precisa de preocupar se vai ter almoço no dia seguinte, no entanto o sistema continua a funcionar e continuamos a guardar as calorias que ingerimos em excesso sob a forma de gordura, mesmo sabendo que não iremos precisar delas. Chegámos pois a uma situação paradoxal, temos de nos preocupar com a ingestão em excesso de calorias pois, caso contrário, a nossa saúde irá ressentir-se do facto.

Em termos muito simples, sempre que se ingere mais energia do que a que se gasta, o organismo armazena a energia em excesso sob a forma de gordura, por isso a pessoa engorda. Sempre que se consome menos energia do que a necessária o organismo vai buscar a energia em falta às reservas de gordura e as pessoas emagrecem. Para além da reserva de gordura existe também no fígado uma reserva limitada de glicogénio que é uma forma de reserva de açúcar que pode ser usada também como fonte de energia imediata. 

FONTE: http://www.fitpassion.com/

Monday, February 17, 2014

Super Alimentos

Os super alimentos que tem de provar

 As suas propriedades têm altos benefícios para a saúde e bem-estar. Para não se perder nesta nova moda, a nutricionista Lilian Barros explica as propriedades dos super alimentos que estão a fazer mais sucesso e ainda como os deve utilizar na sua alimentação.


Bagas de goji
As bagas goji são usadas na medicina tradicional chinesa há mais de 5000 anos e as suas propriedades comprovam a sua admirável capacidade e interesse alimentar.
Estas bagas são uma excelente fonte de carotenoides e anticianinas, para além sua composição vitamínica (de onde se destacam as vitaminas B1, B2, B2, B6 e E). É a sua riqueza em antioxidantes que lhe confere o seu efeito de anti-envelhicimento celular, de fortalecimento do sistema imunitário, e o seu papel preventivo na saúde cardiovascular, cerebral e neurológica. Estas bagas possuem ainda todos os 8 aminoácidos essenciais de entre uma totalidade de 18 aminoácidos existentes na sua composição e ainda polissacarídeos que reforçam a flora intestinal e a imunidade. Não devem ser esquecidos os cerca de 21 minerais que contêm, entre os quais o ferro não hémico, em doses superiores ao espinafre.
Modo de Utilização - As bagas goji de origem biológica encontram-se disponíveis numa versão desidratada. Podem ser consumidas como passas ou, por exemplo, adicionadas a iogurtes, entre muitas outras opções adicionadas a saladas, cereais de pequeno-almoço, sumos e batidos ou como snack.
Dose diária recomendada: Coma entre 10 a 15 bagas, cinco a seis vezes por semana. Prefira as de origem biológica.




Maca
A maca é uma raiz fácil de digerir e naturalmente rica em cálcio, ferro, magnésio e selénio, contendo 10% de proteína de alta qualidade, incluindo 7 aminoácidos essenciais. É considerada um alimento adaptogénico, o que significa que seu efeito sobre o corpo se adapta às necessidades do indivíduo, tendo a capacidade de regular o nosso organismo para a situação em que este se encontra presentemente. Por este motivo é muito utilizada por pessoas que estejam sujeitas a níveis de stress elevados e a profissionais desgastantes tanto a nível físico como mental. Também melhora a função dos neurotransmissores que leva a uma melhor memória.
Este processo faz-se através da regulação do sistema endócrino, que se traduz num equilíbrio hormonal, com efeitos no aumento da energia, vitalidade e resistência, melhoria da memória e parece ter influência positiva importante na fertilidade e melhoramento das funções sexuais, para além de contribuir para a minimização dos sintomas da menopausa e cólicas menstruais.
Modo de Utilização: A maca é facilmente adaptável a qualquer prato. Porém, por ter um sabor característico, pode não fazer as delícias de todos. Pode ser utilizada em saladas, sumos ou bebidas. Experimente a sua combinação utilizando canela. Ajuda a disfarçar o seu sabor, para quem não aprecia. Pode ser utilizada como alimento em si, da mesma forma que utilizamos as cenouras, batatas, ou outros tubérculos ou sob a forma de extrato em pó.
Quantidade diária recomendada: 500 mg a 2 g do pó da raiz, de manhã ou a meio da tarde.
 


Açai
Proveniente de um cacho do açaizeiro - Euterpe oleracea - o açaí é um fruto violeta escuro que cresce nas palmeiras altas da Amazónia e tem sido muito apreciado pelas culturas tradicionais devido aos seus benefícios para a saúde e sabor inconfundível.
É conhecido por apresentar um elevado teor em fibras e pela inigualável sua riqueza em anti oxidantes, chamados antocianinas (que conferem o pigmento e cor característica). Estes conhecidos antioxidantes têm o papel de proteger da ação dos radicais livres, melhorar a circulação sanguínea, reduzir a acumulação de placas de gordura nas paredes sanguíneas, reduzindo o colesterol. O açaí contém também fitosteróis benéficos para o coração e a saúde cardiovascular e são considerados benéficos para a digestão.
O consumo destes frutos parece ainda ajudar no emagrecimento, promover energia, rejuvenescimento e ajudar a manter a mente alerta.
Este fruto é rico em proteínas (8g de proteína em 100g), ácidos gordos essências ómega 3 e 6, fitonutrientes, tiamina (B1), ribo-flavonóides (B2), niacina (B3), C, E, A e também minerais, como ferro, fósforo, cálcio e potássio, que são nutrientes importantes para o fortalecimento dos ossos e também dos músculos.
Forma de Utilização - Pode ser misturado em batidos, sumos, sobremesas, cereais, gelados, bebida (“leite”) de arroz ou soja ou amêndoa ou Cânhamo ou simplesmente misturado em água.
Dosagem diária recomendada - 1g a 4g (½ a 2 colheres de chá) por dia.



Camu camu
O camu camu é uma fruta amazónica que tem sido com frequência considerada como um verdadeiro “boost imunitário”, pois contém, aproximadamente, 40 a 50 vezes mais vitamina C do que uma laranja, constituindo a maior fonte natural desta vitamina (100 g de polpa de camu camu contém 2-3 g de vitamina C), que confere uma resposta imunitária mais eficaz e reforçada contra inflamações e infeções. Esta não é a única razão para apreciar este fruto tropical, pois apresenta também uma riqueza inconfundível de minerais, aminoácidos e antioxidantes poderosos.
Tradicionalmente, o camu camu tem sido utilizado para fortalecer o sistema imunitário, melhorar a visão e a pele, prevenir infeções virais, melhorar a saúde respiratória, ajudar a manter a clareza de espírito em momentos de tensão e ansiedade, entre muitas outras circunstâncias.
A sua riqueza em antioxidantes ajuda no combate aos radicais livres que causam danos às células, retardando o processo de envelhecimento celular e doenças degenerativas. Este poder de proteção que vem do elevado teor de compostos fenólicos e pigmentos, tais como a antocianina, flavenóides, também abundante em uvas vermelhas e acima de tudo no açaí.
Modo de Utilização – Pode adicionar o seu estrato em pó diariamente nas saladas, batidos, sumos naturais, iogurte ou cereais.
Pode ainda optar por misturar simplesmente num copo de água e consumir pela manhã.
Dosagem diária recomendada - 3g (1 colher de chá).




Quinoa
A quinoa é considerada, por muitos investigadores, um dos alimentos mais completos. Nomeadamente no que diz respeito ao seu balanço ideal de proteínas, comparativamente com qualquer outro grão. É isenta de glúten e contém doses consideráveis de ácidos gordos ómega 3 e ómega 6 e de vitaminas A, C e E, com uma forte e importante ação antioxidante.
A sua preparação é muito simples, tal como o arroz, basta cozer para uma medida de quinoa, duas de água e deixar cozinhar. Pode consumi-la quente ou fria. Deve comer 4 colheres de sopa entre três a quatro vezes por semana, cozida, a acompanhar carne ou peixe. Também a pode ingerir misturada nas saladas, com outros vegetais ou em sopas e risotos.
Modo de Utilização – Cozinhar em água, utilizando 1 medida de quinoa para 2 de água.
Dosagem diária recomendada – 4 colheres de sopa 3-4 vezes por semana.




Sementes de chia
As sementes de chia são consideradas uma das melhores fontes de ácidos gordos, ómega 3 e 6, essenciais para o bom funcionamento das células e tecidos. São ainda ricas em antioxidantes, em aminoácidos essenciais e em minerais como cálcio, ferro, fósforo, selénio, potássio, magnésio.
Este extenso conjunto de propriedades da chia contribui para a saúde do nosso organismo, no que respeita a redução do colesterol sanguíneo, no controle da glicemia, formação óssea, prevenção do envelhecimento precoce e na melhoria geral da imunidade do organismo, mantendo paralelamente o bom funcionamento da flora intestinal e auxiliando o processo de eliminação (desintoxicação) do organismo.
As sementes de chia têm ainda a capacidade de absorverem 8 a 12 vezes o seu peso em água quando hidratadas. A água retida nas sementes sob a forma de gel hidrata o organismo ao longo do dia, contributo indispensável para um funcionamento celular perfeito, sendo benéfico para os intestinos e também para a sensação de saciedade. São, por este motivo, indicadas para quem deseja perder peso de forma saudável, sem grandes sacrifícios.
Modo de Utilização - São sementes crocantes que, devido à sua versatilidade, ficam saborosas com qualquer alimento da sua eleição. Pode misturá-las, inteiras, moídas ou em gel, em batidos, cereais, iogurtes, saladas de fruta e sopa.
Dosagem diária recomendada - 2 colheres de sopa (cerca de 15 gramas).





Sementes de cânhamo
As sementes de cânhamo têm uma proporção muito interessante de ácidos gordos essências como ómega 3 e 6  e são igualmente ricas em minerais, vitaminas e fibras. As suas proteínas contêm todos os aminoácidos essenciais e é considerada uma fonte completa de proteínas de fácil digestão quando comparada com a carne, soja ou os laticínios. A sua presença regular de na nossa alimentação aumenta a qualidade cabelo, pele e unhas.
As sementes de cânhamo cruas e a sua proteína de cânhamo têm muitos benefícios para a saúde. Além de serem de fácil digestão, aumentam a energia, dão suporte ao sistema imunitário, ajudam no processo de perda de peso/emagrecimento, auxiliam a recuperação de doenças e de lesões, baixam o “mau” colesterol (LDL-Colesterol) e tensão arterial, reduzem as inflamações, melhoram a circulação e auxiliam na regulação dos níveis de açúcar no sangue.
Por todos estes motivos, o consumo destas sementes, é considerado benéfico em pessoas com diabetes, obesidade, obstipação crónica, hipertensão arterial, hipercolestorelemia, doentes celíacos (pois não apresenta glúten), grávidas, mães que estão a amamentar, crianças hiperativas e pessoas que simplesmente querem prevenir doenças e estar em forma.
Este alimento pode ser consumido por todos, sem contra indicações, e pode ser uma boa fonte de proteína para vegetarianos e vegans, pessoas fisicamente ativas, como desportistas, ou com necessidades suplementares como gravidas, lactantes e crianças em desenvolvimento.
Modo de Utilização - Existem sementes de cânhamo inteiras, com e sem casca, e proteína de Cânhamo em pó extraída das sementes. Ambas podem usar-se em receitas doces e salgadas, batidos, sumos e sobremesas ou snacks.
Dosagem diária recomendada - 20 a 30g (2 a 3 colheres de sopa).





Spirulina
A spirulina é uma alga microscópica azul-verde de água doce, com forma de uma espiral, constituindo um alimento bastante nutritivo, com cerca de 60%-70% de proteína de fácil absorção (quando comparada com a carne vermelha ou a soja), que contém todos os 8 aminoácidos essenciais existentes, sendo que, na globalidade apresenta 18 aminoácidos no total. É ainda rica em vitaminas A, B1, B2, B6, E e K e, também, uma fonte abundante de clorofila, minerais, fitonutrientes e enzimas. É anti-inflamatório, anti-alérgico e ajuda a melhorar a performance física e desportiva.
Tem um forte poder desintoxicante, graças à clorofila, o pigmento responsável pela sua cor, que tem uma forte ação antibacteriana e que auxilia o organismo a eliminar toxinas. Tem também todos os aminoácidos essenciais e muitas vitaminas (A, B1, B2, B6, E e K).
É ainda de destacar o seu papel a nível cerebral e mental, assim como no fortalecimento do sistema imunitário. É rica em ferro e, adjuvada com ficocianina (pigmento azul), aumenta a biodisponibilidade deste mineral. Assim, a spirulina é uma excelente fonte vegetariana de ferro não hémico. Outros importantes minerais encontrados na spirulina incluem cálcio, cromo, zinco e iodo.
Spirulina também é rica em ácidos gordos essenciais, como GLA, EPA e DHA e um vasto espectro de vitaminas do complexo B que ajudam o organismo a utilizar estes óleos essenciais.
Modo de Utilização -  Pode adicionar em pó a batidos, sumos, saladas ou sopas.
Dose diária recomendada - 1 colher de chá 1 a 2 vezes por semana.

Clorela
A clorela é uma alga microscópica, unicelular e autossuficiente que cresce em águas puras e que constitui a maior fonte de clorofila. Existe no planeta Terra há biliões de anos e contem um enorme leque de nutrientes requeridos pelo corpo humano, incluindo macro e micro-nutrientes, como vitaminas (vitaminas do complexo B, incluindo B12, C e K), minerais, ácidos gordos essenciais (superior à spirulina), RNA e DNA e um vasto espectro de fitoquímicos.
A clorela é utilizada para auxiliar e facilitar o funcionamento cerebral e hepático, melhorando a digestão e a eliminação, desintoxica e ajuda a regenerar o corpo, alivia inflamações, apoia a perda de peso saudável e fortifica o sistema imunitário.
É uma preocupação crescente, e cada vez mais generalizada, a questão do consumo de alimentos menos saudáveis e mais contaminados com pesticidas e metais pesados (como chumbo, mercúrio e cádmio ou outros), produzidos em ambientes tóxicos e poluídos. A clorofila existente na clorela tem uma afinidade única com o oxigénio, que se assemelha à hemoglobina e contribui para limpar, purificar e oxigenar os tecidos do organismo, auxiliando a remoção de toxinas prejudiciais e limpeza de órgãos vitais, incluindo o intestino.
O seu consumo regular estimula a formação de glóbulos vermelhos e influencia o metabolismo e a respiração. Desempenha  um papel importante na melhoria do sistema imunológico, na capacidade das células comunicarem e na identificação de corpos estranhos pelos linfócitos. Por outro lado, a sua riqueza em antioxidantes e em ácidos nucleicos, é favorável ao crescimento e manutenção dos tecidos.
Modo de Utilização - Adicionar aos batidos, sumos, sopas, saladas ou receitas cruas. Pode fazer a sua mistura em água e bebê-la como shot matinal. A clorela é particularmente eficaz quando tomada em conjunto com a spirulina.
Dosagem diária máxima recomendada - 7g (1 colher de sobremesa).

  FONTE: mulher.sapo.pt/mood/

Batido Verde

E que melhor forma de celebrar a Primavera, senão, com um batido verde?

Batido verde

Como ainda não me aventurei muito no mundo destes batidos, e achei que era melhor partilhar uma destas bebeidas com ingredientes simples como banana, maçã e espinafres. Depois, a partir daí podem fazer as vossas próprias versões, e juntar sementes, nozes, amêndoas, aveia em flocos, e até frutas tropicais.
Mas porquê beber batidos verdes?
Apesar de recentemente os batidos se terem tornado mais populares (com a adição de superalimentos e tudo mais), acredito que não é algo necessário na nossa alimentação regular. No entanto, pode ser uma forma interessante e inteligente de adicionar vegetais à nossa alimentação. E recomendo especialmente a indivíduos que não suportam a textura ou sabor de vegetais, que não tenham tempo de os cozinhar ou tenham dificuldades em consumi-los fora de casa. Ou até mesmo, a crianças.
Os batidos verdes são também uma forma fácil de consumir vegetais crus, fonte de vitaminas, minerais, fitonutrientes e antioxidantes. São fáceis de digerir, e, como são batidos e não sumos, retém a fibra das frutas e vegetais, e mantêm-no saciado durante várias horas. Mantendo-o saciado, e dado que o valor energético de cada batido não é alto, promovem o emagrecimento, (aliado a um plano alimentar saudável com esse fim, claro).


Batido verde
1 batido
1 mão-cheia de espinafres
½ maçã, ou outras frutas como kiwi, abacaxi, manga, morangos (…)
½ banana
1 chávena de leite vegetal, ou água de coco ou chá verde, ou simplesmente água
Opcional: 2 colheres de sopa de sementes de cânhamo, ou outro tipo de sementes ou oleaginosas
Coloque todos os ingredientes num liquidificador e triture.
Recipe in English
Green smoothie
Serves 1
1 handful of spinach
½ apple, or other fruits like kiwi, pineapple, mango, strawberries (…)
½ banana
1 cup of non-dairy milk, or coconut water, or green tea, or just water
Optional: 2 tablespoons of hemp seeds, or other nuts or seeds

Place all ingredients in a blender and grind.

FONTE: http://compassionatecuisineblog.com